Em comunicação de tendências, outra estratégia onipresente, hoje em dia (até demais…), é a associação de imagem com celebridades, buscando uma espécie de efeito mimético entre as qualidades do produto, da marca ou da história que está sendo contada com as da pessoa em si – ou, ao menos, do que ela representa no imaginário.

Kate Moss deu um passo definitivo nesse sentido: pela primeira vez, a coleção de moda desenvolvida e proposta sob a grife da top model para uma rede de fast fashion, em 2007, não era “inspirada em” ou “feita por”, eram as roupas dela mesma, peças do seu guarda-roupa, como dizia o marketing da operação – enfim, era a própria Kate Moss posta em vitrine (literalmente, aliás).
A história avançou muito, em todos os sentidos. As “celebs” mudaram.

Hoje, dá pra fazer uma “economia da celebridade”, da mesma forma que é crucial entender as consequências da generalização do “star system” na sociedade e no consumo: e agora, inovar e diferenciar-se como?

About the Author

Sinais

Plataforma de publicações do Observatório de Sinais (ODES). Insights que captamos e publicamos parta dar luz às suas atividades profissionais e acadêmicas

View All Articles