O fator Ashton

O fator Ashton


Por Dario Caldas

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Finda a semana de moda, o momento é de balanço. Aguileras e Hiltons à parte, o núcleo do babado e filé mignon das mídias foi mesmo o casal Ashton-Demi e todas as trapalhadas que os envolveram, das vaias constrangedoras nas boas-vindas à estranhíssima entrada única do ator-celebridade ao final do desfile da marca que os trouxe ao Brasil. Idiotas de plantão afirmaram que nós, pobres satélites, só fizemos confirmar nosso arraigado provincianismo e falta de traquejo com o jet set - coisa para povo evoluído, sem dúvida. Afinal, celebs, como animais em extinção, precisam de espaço e de vida própria, não podem ser apupadas em cercos bárbaros, dentro de clubes de luxo, como se estivessem num circo. Pobres artistas-celebridades! Dão-se em espetáculo, dizem o que querem a quem quiser ouvir, assinam contratos milionários só para 'causar', e ainda por cima são desrespeitadas por um bando de caipiras... É o caso de dizer: Ô dó! Moral da história: a moda passa em segundo plano, enquanto o buzz é o novo degrau galgado pelos eventos dentro do 'celeb system' ao qual se atrelaram - e ao que tudo indica, definitivamente, como todo o resto, aliás.

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