O episódio do deslocamento da mensagem do banco Itaú nas redes sociais – em questão de horas, o “riso-mais-fofo-do-mundo” virou a galhofa do “ele cresceu” – prova que o mercado é um terreno cada vez mais movediço e que mesmo os melhores “propósitos de marca” podem ser alvo da ação corrosiva e instantânea do consumidor (frequentemente, sem essa intenção).

No contexto atual, ainda é possível assegurar a integridade de um discurso de marca? Quais as novas definições para a noção de “identidade”? Que tipo de relação construir com o novo consumidor?

Para o ODES, nos projetos que envolvem gestão da marca, nenhuma ação pode ter sucesso sem antes procurar responder a essas e outras questões de fundo, tão espinhosas quanto.

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